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Mais detalhes sobre nossos Investimentos


 

Diagnóstico e tratamento de referência para crianças com deficiências motoras (GG1529210)

 

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Dados SaudeEsse investimento foi feito junto ao 'Centro de Habilitação Infantil Princesa Victória' localizado na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo, que atende crianças e adolescentes com deficiências fisicas e /ou sensoriais decorrentes de sequelas neurológicas, más-formações e doenças degenerativas.

Com ele, foi instalado no Centro um laboratório de alta tecnologia para a análise de movimento, possibilitando a avaliação minuciosa de pacientes com deficiências motoras de maneira a direcionar melhor sua reabilitação, indicações terapêuticas e cirúrgicas. Além dos equipamentos de última geração, foi ofertado treinamento e capacitação aos profissionais da entidade, otimizando ainda mais seu trabalho de recuperação motora - que é oferecido gratuitamente aos pacientes do sistema público de saúde.

A instalação desse laboratório tornou a organização paulista em uma referência desse tipo de análise no Brasil e no exterior. Carmem Silvia Rozin Kleiner, Rotariana responsável pela implantação do projeto, diz sentir-se honrada de poder corroborar em levar para Rio Claro "o benefício da cidade ter um laboratório desse escopo e de poder proporcionar treinamento de tão alto nível para os profissionais do Centro de Habilitação Infantil".

A ABTRF investiu cerca de 60mil reais neste projeto, que teve um investimento total de mais de $440 mil reais; e já impactou a vida de centenas de pessoas desde a inauguração do laboratório, em março de 2016. É possível assistir a um vídeo sobre a Inauguração do projeto AMA - Análise de Movimento para Todos - clicando aqui; e assistir a uma entrevista da Sra. Carmem Kleiner sobre o projeto, clicando aqui.

 


 

Mais qualidade de vida para pessoas com câncer (GG1638600)

 

QuimioLinsEsse projeto possibilitou a implantação de uma Unidade de Quimioterapia no Hospital Amaral Carvalho em Lins, em local cedido pela Prefeitura da cidade paulista, beneficiando pacientes de câncer de todas as idades que necessitam ser submetidos ao tratamento quimioterápico.

Antes dessa unidade inaugurada em Junho de 2016, os pacientes precisavam se deslocar até a cidade de Jaú, a cerca de 300km de distância, para receber sua medicação. Apesar de todo o avanço da ciência, o tratamento quimioterápico traz consigo mal estar físico decorrente de drogas utilizadas, além de repercussões psico sociais - condições ambas agravadas a estes pacientes que precisavam enfrentar tais viagens longas, com riscos e sem acompanhantes.

Além de atedimento local à cidade de Lins, o ambulatório também pode oferecer tratamento a cidades da região, como Sabino, Cafelândia, Guaimbê, Getulina, Guaiçara, Uru, Pongaí, Promissão, Uru,Reginópolis e Pirajuí. Os pacientes contam ali com apoio da equipe multiprofissional, que é composta por terapeutas, psicólogos, enfermeiros, fonoaudiólogo e dentistas. Trazendo uma melhor qualidade de vida e assistência humanizada a cerca de 140 pessoas todo mês, a ABTRF por meio da Fundação Rotária investiu R$122,5 mil neste projeto. Para o então Prefeito de Lins, Edgar de Souza, o ambulatório foi uma das maiores conquistas para cidade nos últimos tempos: “Esse é nosso objetivo, responsabilidade para cuidar da cidade e amor para cuidar das pessoas”.

 

 

Desenvolvimento sócioeconômico através de Reciclagem (GG1524430)

GG1524430Este projeto foi feito em parceira com a Cooperativa de reciclagem de lixo Recifavela. Criada em 2007, a cooperativa tem o nome inspirado na junção das palavras Reciclagem e Favela, pois seus fundadores eram moradores da Favela da Vila Prudente, a mais antiga de São Paulo. Atualmente, ela coleta toneladas de material por mês, inclusive da favela da Vila Prudente, local onde mora boa parte dos cooperados.

Através do investimento de R$188mil feito pela Fundação Rotária, por meio da ABTRF, essa cooperativa recebeu novos equipamentos e treinamento para otimizar sua produção, que beneficia não apenas os cooperados e suas famílias, mas também o meio ambiente e a sociedade como um todo. Desde que as novas máquinas foram implantadas, o número de cooperados passou de 17 a 37 e o volume de material separado aumentou consideravelmente. A esteira de triagem oferecida aumentou a produção e facilitou o trabalho. Segundo Cristiano Cardoso, tesoureiro do Recifavela, os testes mostraram números impressionantes: “Já começamos a usar a esteira nova e percebemos uma grande diferença. Antes, durante um dia de trabalho, fazíamos a triagem de 1,5 tonelada de materiais. Hoje, com a esteira, fazemos cerca de 4,2 toneladas”, disse.

Além de fazer os serviços com mais agilidade, com a esteira, os trabalhadores precisam se agachar pouco durante o dia. Antes, o trabalho exigia esse tipo de esforço e trazia dores nas costas dos cooperados que trabalham na triagem.

 

 

 

 


 

Acesso a exame ósseo para pessoas com Síndrome de Down (GG1525170)

 

densitRealizado junto a APAE Salvador, Bahia, esse projeto oferece suporte diagnóstico e terapêutico a pacientes na realização de exames de densitometria óssea para rastreamento de osteoporose. A osteoporose caracteriza-se pela fragilização dos ossos e aumento do risco de fraturas. A doença é comum em mulheres maiores que 65 anos e homens maiores que 70 anos; além de pacientes com doenças que precipitam precocemente a ocorrência de perda mineral óssea assim como pessoas com Síndrome de Down que são afetados precocemente por patologias típicas da senescência. Doença silenciosa, é preciso ter acompanhamento médico para poder identificá-la e iniciar o tratamento o quanto antes.

O projeto nasceu dos atendimentos prestados aos clientes/beneficiários nas áreas de neurologia, ortopedia, fisiatria e fisioterapia da APAE Salvador nos quais se percebeu que muitos não tinham acesso a exames de densitometria óssea quando requisitados por profissionais médicos nestas especialidades. O projeto, assim, ofereceu um densitômetro à entidade, treinamento adequado à equipe, além de promover divulgação sobre a realização destes exames para a comunidade. Desde Março de 2018, a Apae Salvador oferece esse novo e moderno serviço. A Fundação Rotária, por meio da ABTRF, investiu mais de 225 mil reais neste projeto que auxilia no diagnóstico da osteoporose e possibilita a realização de cerca de 90 exames por mês.

 


 

Tratamento sanitário no meio rural (GG1744832)

GG1744832Dados SaneamentoO esgoto sanitário, se disposto diretamente no meio ambiente sem o devido tratamento, pode contaminar o solo e a água do lençol freático - tornando-se fonte de diversas enfermidades. Uma vez contaminados, não há como reverter o processo. No meio rural, a saúde humana e animal são vítimas desse legado. 

Com o fim de evitar que o solo e a água do lençol freático - utilizada para uso cotidiano e irrigação - fossem e continuassem sendo contaminadas pelo esgoto sanitário doméstico produzido no meio rural na cidade de Lins; foram instaladas 75 fossas sépticas biodigestoras na propriedade de agricultores familiares do município. O projeto - no qual foram investidos cerca de R$120mil - ainda contemplou a realização de treinamento e workshop sobre saneamento rural onde foram abordados temas como água e esgoto, higiene pessoal, manipulação e consumo de água e alimentos, além de sobre a instalação, funcionamento e manutenção das fossas sépticas. Além do ganho ambiental, esse projeto possibilita preservar a saúde das famílias dos agricultores e a qualidade da água utilizada no ambiente doméstico e para irrigação da agricultura.